Negocie índice de reajuste previsível, prazos compatíveis e multa proporcional. Reveja cláusulas abusivas, exija tudo por escrito, confira documentos e histórico do imóvel, proponha cláusulas de revisão e mediação; consulte advogado se houver dúvida.
MaisChecklist de due diligence: confirmar matrícula e ônus; certidões negativas (cíveis, fiscais e trabalhistas); IPTU e condomínio; habite-se e licenças; averbações; vistoria técnica; débitos; situação de ocupação; assessoria jurídica.
MaisO planejamento supera a pressa na compra de imóvel: garante análise financeira, avaliação técnica e jurídica, permite comparar opções e negociar melhores condições, reduz riscos, evita arrependimentos e protege o investimento a longo prazo.
MaisAlém do preço do imóvel, compradores enfrentam ITBI, escritura e registro, taxas de cartório, comissão de corretagem, IPTU, condomínio, seguro, reformas e manutenção, custos de financiamento (juros, IOF, avaliação) e eventual laudêmio.
MaisAvalie entrada e reserva, renda estável, juros e preços favoráveis, horizonte de permanência e custos totais (taxas, manutenção). Só compre se essas condições estiverem alinhadas e após comparar alternativas.
MaisA reserva é o que dá segurança para atravessar as etapas do processo sem ansiedade e sem decisões no susto. E, além disso, ela aumenta seu poder de escolha e negociação.
MaisAo comprar um imóvel, além do valor de entrada, parcelas e custos cartoriais, um imposto sempre aparece no processo: o ITBI. Mas você já parou para pensar qual é o destino desse imposto e para onde vai o dinheiro pago?
MaisO CDI, Certificado de Depósito Interbancário, é uma taxa de juros usada como referência para praticamente todas as operações financeiras no Brasil. Ele reflete a média dos juros cobrados entre os próprios bancos quando realizam empréstimos de curtíssimo prazo entre si, normalmente de um dia para o outro.
MaisA Selic, Sistema Especial de Liquidação e de Custódia, é a taxa básica de juros da economia brasileira. Ela serve como referência para as demais taxas de juros praticadas no país, como as de empréstimos, financiamentos e aplicações financeiras.
MaisA TR, Taxa Referencial, é um indicador econômico criado pelo governo brasileiro em 1991. Seu principal objetivo é servir como referência para correções monetárias em diversos tipos de contratos, especialmente nos financiamentos habitacionais.
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