Proprietário: declare aluguéis como rendimento tributável, informe o imóvel em Bens e Direitos e recolha carnê‑leão quando receber de pessoa física. Locatário: guarde recibos e contrato, confira CPF/CNPJ e valores para evitar divergências e malha fina.
MaisImóvel em leilão: vale a pena quando o preço, os débitos e o estado compensam o investimento e o objetivo. Calcule lance, taxas, impostos, regularização e reformas. Evite armadilhas checando edital, ônus, avaliação técnica e custos jurídicos.
MaisLapa: bairro histórico do Rio de Janeiro com passado boêmio marcado por bares e samba, que vem se transformando em área residencial valorizada, com restauração de casarões, novos empreendimentos e mistura de tradição cultural e modernização urbana.
MaisImóvel com locatário: a locação permanece; o comprador assume direitos e obrigações. Locatário pode ficar até o fim do contrato e ter direito de preferência. Cuidados: analisar contrato, garantias, prazos, encargos, documentação e notificar formalmente.
MaisEscolher o imóvel ideal depende do perfil do comprador, necessidades, estilo de vida, orçamento e planos futuros, mais do que de tendências passageiras. Foco no uso, localização e liquidez garante satisfação e valorização a longo prazo.
MaisIPTU no aluguel: informe quais parcelas o locador pode repassar (normalmente taxas e juros incidentes sobre o imóvel), defina responsabilidade no contrato, prazos e provas de pagamento, cláusulas de reajuste e notificações para evitar litígios.
MaisA informação é essencial na decisão imobiliária: reduz riscos, fundamenta avaliação de preço e demanda, identifica potencial de valorização, apoia análises jurídicas e tributárias e orienta estratégias de investimento e negociação mais assertivas.
MaisCompradores migraram ao digital: pesquisam mais, priorizam experiência omnicanal e personalização, exigem transparência, sustentabilidade e conveniência (entregas rápidas, self-service). Decisões influenciadas por avaliações e redes sociais.
MaisMercado imobiliário: digitalização/proptechs, sustentabilidade e eficiência energética, moradia flexível e home office, expansão logística e suburbanização, pressão por financiamento acessível, gestão de riscos e foco em ESG.
MaisUm imóvel bom para morar pode não ser bom para investir: preferências pessoais priorizam conforto, enquanto investimento exige liquidez, rendimento de aluguel, potencial de valorização, baixo custo de manutenção e demanda local. Esses fatores determinam o retorno financeiro.
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